Criciúma figura em posição de destaque nacional nos indicadores de segurança pública, conforme aponta o Atlas da Violência 2026. O estudo, uma colaboração entre o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), revela que o município obteve uma das menores taxas de homicídios estimados entre as cidades brasileiras com população superior a 100 mil habitantes.

No recorte regional, a cidade catarinense alcançou a 7ª melhor colocação na região Sul. O levantamento, que considera dados de 2024, aponta para Criciúma uma taxa de 7,5 homicídios estimados para cada 100 mil habitantes. Este índice é significativamente inferior à média observada em municípios de porte similar em todo o país.

O prefeito Vagner Espindola expressou orgulho e responsabilidade com o resultado. "Recebemos esse dado com orgulho, mas também com muita responsabilidade. Criciúma é uma cidade que cresce, gera oportunidades e atrai pessoas, e esse desenvolvimento precisa vir acompanhado de qualidade de vida e segurança. A Prefeitura tem feito a sua parte, atuando de forma integrada com as forças de segurança, investindo em uma cidade bem cuidada. O reconhecimento é importante, mas o nosso compromisso é seguir avançando", declarou Espindola.

O vice-prefeito Salésio Lima reforçou que os bons indicadores são fruto de um esforço coletivo e contínuo, envolvendo diversas esferas da administração pública e a colaboração com as instituições de segurança. "Segurança pública também se constrói com planejamento, presença do poder público e cuidado com as pessoas. Quando a cidade organiza seus espaços, amplia serviços, melhora a infraestrutura e trabalha próxima da comunidade, ela contribui diretamente para reduzir riscos e fortalecer a sensação de proteção da população. Criciúma está no caminho certo e esse é um trabalho que precisa continuar todos os dias", ressaltou Lima. O relatório detalha que Criciúma registrou 17 homicídios estimados em 2024.