O município de Criciúma demonstrou uma melhora notável em sua competitividade, conforme revela o Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). A cidade agora figura na 33ª posição geral em nível nacional, um avanço que eleva sua pontuação de 56,45 para 57,80 em relação à edição anterior. No agrupamento de 62 municípios brasileiros com população entre 200 mil e 300 mil habitantes, Criciúma se posiciona como a segunda colocada, evidenciando sua relevância em comparação a cidades de porte semelhante.
Os resultados foram recebidos com otimismo pela gestão municipal. O prefeito Vagner Espindola ressaltou que o posicionamento "demonstra a força de Criciúma" e é fruto de um esforço coletivo da comunidade, trabalhadores, empreendedores, instituições e do poder público. Ele enfatizou que os indicadores são ferramentas valiosas para identificar progressos e orientar as futuras ações da administração. O vice-prefeito Salésio Lima complementou, afirmando que os números indicam que a cidade está "preparada para crescer, atrair investimentos e gerar oportunidades".
A dimensão econômica foi um dos pontos fortes de Criciúma no ranking, onde o município alcançou a 21ª posição nacional. O ambiente de negócios destacou-se particularmente, com um tempo médio de abertura de empresas de apenas 2,3 horas, resultado que coloca a cidade em sexto lugar no Brasil e em primeiro em Santa Catarina neste quesito. Além disso, Criciúma figura na 15ª posição nacional quanto à proporção de empregos no setor criativo, um indicador de dinamismo econômico.
No âmbito social, o levantamento também apontou progressos importantes. Em acesso à educação, Criciúma ocupa a 24ª posição nacional e a primeira em Santa Catarina, com destaque para a 21ª colocação no país em proporção de alunos da Educação Infantil matriculados em tempo integral e a 25ª em taxa de matrícula no Ensino Superior. Na área da saúde, a cidade apresentou uma evolução expressiva, subindo 158 posições para alcançar o 98º lugar nacional no pilar de acesso à saúde, impulsionada por indicadores como cobertura vacinal de 90,10% e a qualidade da atenção primária.




